quarta-feira, 2 de janeiro de 2008

Re-Pensando: Investir nesta Terra

São estas cerca de 4.000 almas que aqui vivem, nas Flores.

Muitos dos que eram florentinos já se foram e hoje animam e valorizam as comunidades onde estão inseridos e onde estão a construir, com mais condições, seu futuro e o dos seus. É legítimo, embora façam aqui muita falta.

Dos que estamos, muitos são originários, outros são florentinos por opção e ainda bem, porque caso contrário nem seríamos tantos.

Pensamos que, como em todas as terras, dos florentinos naturais e dos que optaram, há uns mais empenhados e capazes e outros nem tanto.

Somos poucos para tudo e até para gerar actividade económica relevante.

Todos sabemos que para gerar uma actividade económica seguramente rentável, seja ela qual for, é indispensável que haja gente – muita gente, de preferência – para comprar os produtos e os serviços que se produzem.

É por isso que, sempre que aqui se cria uma nova actividade comercial, ou de serviços, pensamos no assunto e ficamos sempre impressionados com a coragem de quem investe.

Pensamos que cada nova actividade deveria ser acarinhada e ajudada pelo público e até pelas entidades oficiais.

Há que pensar que, afinal, as novas actividades constituem sempre a oferta de mais uma condição a contribuir para a criação de melhores condições e para que a ilha não se desertifique. Por vezes são os privados a fazer e os poderes públicos a se demitirem, sistematicamente, do que deveriam fazer

Filho de Roque de Freitas Moura

Este artigo de opinião é parte integrante do jornal «As Flores», edição de 13 de Dezembro de 2007.

24 comentários:

Anónimo disse...

Investir, sim!mas nas Lages...
Lá há melhores condições e a autarquia conhece bem os problemas.

Anónimo disse...

nas lajes investir no comerçio
da construção civil a camara da muitos apoios

Anónimo disse...

muito bem dito nas LAJES Sim!!! tem todas as condições e espaço.

Anónimo disse...

Já agora: Renato a Presidente!

Anónimo disse...

não mudes o ritmo da converça. se não tens nada para dizeres sobre o assunto o melhor é estares calado.

Anónimo disse...

temos 1 bela zona industrial nas lajes

Anónimo disse...

o ter temos uma bela zona industrial nas lajes. agora o senhor presidente quer fazer um campo de golfe que estou plenamente de acordo nas lajes e o que não concordo é que seja feito o hotel na fagã grande mas sim nas lajes já que o campo de golfe tanto serve de inverno como de verão.

Anónimo disse...

pensso que não tens razão as lajes
está a lotada de tanto desenvolvimento já é muito turismo
é muito comerçio temos 1 bela pousada já estamos com problemas com tanto progreço é melhor parar por aqui

Anónimo disse...

Ninguém pára as Lajes....
Ainda vamos ver o JL fazer um protocolo com alguma região brasileira para trazer novos habitantes para as Lajes.
Precisamos de gente como pão para a boca.....

Anónimo disse...

Somos poucos mas bons. não somos como s.c. que andam naquele lugar apertado em cima de uns dos outros.

Anónimo disse...

Sou florentino e tenho muito orgulho de o ser,só tenho pena que tenhamos de sair da nossa terra para procurar uma vida melhor...e tudo por causa das pessoas que estão á frente das nossas duas câmaras que não dão apoio aos mais jovens para que de futuro a ilha das Flores não seja mais uma ilha deserta no meio do atlântico.Se deus me ajudar um dia espero regressar á ilha que me viu nascer e que é só a ilha mais bonita do mundo,a nossa ilha das Flores.Um abraço para todos de um florentino triste por estar fora da sua terra.

Anónimo disse...

Em vez de se fazer sintéticos para não se jogar futebol,façam investimentos que sejam lucrativos para a ilha mas essencialmente que sejam lucrativos para as pessoas da terra e em vez de se ajudar quem não precisa como por exemplo "bancários" e "comerciantes" e que não são florentinos ajudem as pessoas que realmente precisam e que são filhos da terra e que sempre trabalharam para ganhar a vida.

Anónimo disse...

saiste da ilha porque quiseste, trabalho não falta queres é escolher conheço muitos rapazes com o décimo segundo ano e trabalham na lavoura e não tem vergonha e eu nunca tive vergonha de qualquer trabalho que aparece-se na frente e nunca tive complexos do o enfrentar. voces hoje em dia estudam e não querem trabalho querem é emprego mas estou a ver isto voltar ao tempo que se queria trabalho de pá e picareta e não havia e tambem não havia cee para dar subsidios mas vão acabar e acho muito bem para ver se dobrão a coluna no primeiro trabalho que aparecer é que só andam à espera de subsidio .escreve um jovem de 60 anos e trabalha ainda de pá e picareta sem vergonha da sua profissão.

Anónimo disse...

Já estou a ver o JL de polozito, roupinha àbeto a jogar golf...
Parolos....

Anónimo disse...

e porque não! o joão. eu também vou ser socio para jogar nos meus tempos livre, que faz bem ao stres

borboleta disse...

caro amigo anónimo ... as pessoas que vão estudar fora da ilha têm o seu mérito. Alguns pensam no "emprego" e não no trabalho, mas há quem pense em subir na vida conseguindo -o através do seu esforço e, nao é a trabalhar de pá e pico toda a vida que se consegue ter sucesso. Até porque, quem estuda e volta à sua ilha traz consigo uma mais valia "inquantificável". Devemos apoiar os nossos jovens a progredir e não a estagnar !!! E, se de facto não voltamos à nossa ilha é porque esta não tem saidas profissionais com possibilidade de progressão .... pelo esforço de cada um e não pelas "cunhas" ..

Anónimo disse...

quem estuda e volta à sua ilha traz comsigo uma mais valia inquantificável.pois pois eu quando vejo um que vem de fora com estude nem é preciso olhar, que ele vem mais tolo do que na altura em que vivia cá pensa que vemcom o rei na barriga pensa que é mais do aqueles que nunca tiveram possiblidades de estudar fora etc,etc. por agora fica por aqui na proxima hà mais para dizer. escreveu um aluno com a 4 classe dos anos 60. José António Pereira Bertinho.

Paulo Henriques disse...

Caro, José António,aqui todos os comentários são bem recebidos, e não olhamos à escolaridade da pessoa, desde que sejam feitos com elevação.

Anónimo disse...

ja´disse e volto arrepetir o melhor
é cortar já as azas desta borboleta

borboleta disse...

Penso que vivemos num estado de direito, com liberdade de expressão, dai que posso dizer o que me apetece. É verdade que a maior parte das pessoas que estudam fora têm dinheiro, mas há quem não o tenha e trabalhe para o ter. Trabalhar a part-time e estudar, ou com bolsa de estudo com mérito - que foi o meu caso. Por isso não há ninguem nem mesmo ninguém que diga que ando com o rei na barriga, pois foi com o meu esforço e o da minha familia que sou o que sou hoje. Aqueles que dizem que andamos com o rei na barriga nao sabem realmente o que custa estudar. Muitas vezes aqueles que se esforçam levam de tabela daqueles que só fazem asneira. Penso que não devemos analisar todos da mesma forma, há pessoas e pessoas.

borboleta disse...

ah e acho que não menosprezei aqueles que têm menos escolaridade, não é essa a minha intenção. Penso que não devemos discriminar ninguém nem as escolhas que fazemos, somos livres de fazer aquilo que queremos.

Anónimo disse...

naõ fui eu qeu disse qeu de pá e pico ninguem tem sucesso sem a pá trabalhar não sei onde é preciso meninos qeu estudaram lembrate a pá
é a alma da mao de obra toda sem pá
não era precisso teus pais terem dado dinheiro para tu estudares
o qeu serve 1 enginheiro sem pá para obras esprimenta o computador
a fazer as obras desculpa la´os erros

borboleta disse...

pois ... mas acho que cada um deve escolher o que mais gosta e acha melhor para si ... é verdade que esse trabalho é necessário, mas se disseres alguém que foi muito longe a trabalhar a pá e pico ??

Anónimo disse...

longe como? posso estar a ver os meus
objectivos perto não vi ainda nenhum cientista das flores