sexta-feira, 30 de setembro de 2016

Bird Race Açores neste fim-de-semana

Promover a observação de aves nos Açores e aumentar os registos de aves observadas na Região é o que pretende a terceira edição da Bird Race Açores.

Organizada pela Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves (SPEA) e o "sítio" Aves dos Açores, a iniciativa tem ainda como finalidade sensibilizar a população.

“Pretende-se promover a atividade de observação de aves nos Açores, bem como que as pessoas fiquem mais sensibilizadas para a importância das aves, como também da conservação dos seus habitats e pretende-se ainda aumentar o número de registos de observações aqui no arquipélago. É uma atividade que pode ser feita em família e é um desafio para as pessoas que têm interesse na natureza e gostam de fazer atividades outdoor”, afirmou Ana Mendonça, coordenadora do Centro Ambiental do Priolo.

A observação de aves é uma atividade que está a ganhar cada vez mais adeptos nos Açores, quer entre a população local, quer junto de muitos visitantes. Nos Açores existem cerca de 40 espécies de aves, sendo observadas regularmente mais 20 a 30 espécies migradoras de passagem/invernantes.

A competição, que vai decorrer em todas as ilhas, consiste na formação de várias equipas, com um a três elementos cada, que devem percorrer a sua ilha de inscrição e registar todas as aves observadas durante dois dias. As inscrições para o Bird Race Açores 2016 podem ser feitas em http://centropriolo.spea.pt/pt/atividades até às 23 horas desta sexta-feira.


Notícia: rádio Atlântida.
Saudações florentinas!!

quinta-feira, 29 de setembro de 2016

Entre os 100 destinos mais sustentáveis

A organização Green Destinations, pela segunda vez consecutiva, voltou a eleger os Açores como um dos cem destinos turísticos mais sustentáveis do mundo.

O galardão 100 Destinos Mais Sustentáveis foi criado para distinguir os esforços efetuados pelos destinos turísticos mais sustentáveis do mundo, tendo em vista incentivar as boas práticas relacionadas com a sustentabilidade económica e ambiental e o turismo responsável.

Desta forma, à semelhança do que já tinha acontecido em 2014, ano da primeira edição, os Açores foram galardoados com um prémio de sustentabilidade pela qualidade do destino, sendo considerados “um exemplo pelas suas práticas ambientais e pela forma como harmoniza a relação entre o Homem e a natureza”.

A distinção da Região vem valorizar e premiar o trabalho realizado no domínio do turismo de natureza, incluindo o geoturismo, produto turístico de excelência nos Açores.

Tendo 2017 sido declarado como Ano Internacional de Turismo Sustentável para o Desenvolvimento, este prestigiado galardão internacional vem reforçar a garantia da qualidade dos Açores enquanto destino de férias, reforçando o posicionamento dos Açores como destino de natureza, com práticas de turismo responsável e sustentável.


Notícia: rádio Atlântida, jornal «Correio dos Açores» e o inestimável "serviço informativo" do GaCS [Gabinete de apoio à Comunicação Social, da Presidência do Governo Regional dos Açores].
Saudações florentinas!!

quarta-feira, 28 de setembro de 2016

Ajustamento de escalas para garantir acesso a advogado nas ilhas ocidentais

A Comarca dos Açores defende que a solução para o problema do acesso ao Direito e aos tribunais nas Flores e Corvo passará pelo "ajustamento das escalas" dos advogados que estão disponíveis para trabalhar naquelas ilhas.

“O modo e termos em que atualmente funciona o sistema de apoio judiciário não assegura aquele direito fundamental, em razão de uma significativa parte dos advogados nomeados como patronos ou defensores recusarem a deslocação à ilha das Flores e não atenderem convenientemente e consequentemente os cidadãos requerentes”, refere a Comarca dos Açores.

Ocorreu ontem na ilha das Flores uma reunião alargada do conselho de gestão da Comarca dos Açores para abordar a inexistência de advogado e solicitador domiciliados nas ilhas do grupo ocidental, facto que após inúmeras situações inventariadas esta entidade considera que compromete “seriamente o direito fundamental de acesso dos cidadãos” das ilhas das Flores e do Corvo ao Direito e aos Tribunais.

A Comarca dos Açores sustenta que “a solução deste problema passará pelo ajustamento das escalas dos advogados relativas a requerentes destas ilhas” para que nelas constem “apenas aqueles que efetivamente estão disponíveis para se deslocar a estas ilhas, devendo ser nomeado um único advogado por lotes de diligências agendadas”.

O objetivo é que em determinados dias do mês a população saiba com antecipação que se encontra na ilha um advogado de escala para diligências ordinárias agendadas e também para assegurar a consulta jurídica aos cidadãos.

Para rentabilizar o serviço dos advogados a nomear em cada mês com custos razoáveis, os serviços do Tribunal e do Ministério Público propõem-se realizar as suas diligências ordinárias numa única semana de cinco dias úteis em cada mês, de modo a rentabilizar a deslocação de advogado à ilha das Flores, onde se encontra instalada a Instância Local.

A Comarca dos Açores garantiu ainda que “o tribunal disponibilizará aos advogados que se desloquem em serviço a estas ilhas uma sala apetrechada com as condições necessárias na Instância Local de Santa Cruz das Flores. Os municípios da ilha das Flores também estão disponíveis para colaborar, adiantando as despesas com a deslocação e alojamento dos advogados, tornando-se credores do Ministério da Justiça (no âmbito do regime do apoio judiciário) pelos valores correspondentes”, acrescenta.

De acordo com o comunicado da Comarca dos Açores, “desde há mais de uma dezena de anos que não há advogado sediado na ilha das Flores ou que se desloque com regularidade de modo a assegurar à comunidade os serviços próprios da profissão”.


Notícia: «Açoriano Oriental» e «Diário dos Açores».
Saudações florentinas!!

segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Balanço possível dos deputados regionais "florentinos" nesta X legislatura açoriana

Provavelmente constitui a mais miserável representação política que a ilha das Flores alguma vez teve na Assembleia Legislativa Regional... só eventualmente equiparável à III legislatura açoriana (1984-1988).

Com base nos dados publicamente disponibilizados pela Assembleia Legislativa Regional abaixo se mostra um balanço quantitativo do trabalho político dos deputados regionais "florentinos" nesta X legislatura açoriana.
Saudações florentinas!!

domingo, 25 de setembro de 2016

Ilhas onde nunca seremos turistas

Nos Açores a revelação serão as pessoas e o facto de sermos recebidos como ilhéus temporários ao invés de turistas.

Oceano Atlântico, 36° a 43° de latitude Norte e 25° a 31º de longitude Oeste. São estas as coordenadas que permitem descobrir os Açores, as ilhas que Vitorino Nemésio descreveu como o "lugar do efémero e do contingente onde só o mar é eterno e necessário". Está assim desenhada a comparação perfeita entre estas ilhas, geografias do isolamento e a geografia da vida, também ela um lugar inevitavelmente transitório e incerto perante a magnitude incompreensível da existência.

Saramago no «Conto da Ilha Desconhecida» refere que "todo o homem é uma ilha" e que caso não saia de si próprio não chega a saber quem é. Eu acrescentaria que todo o homem que não conhece uma ilha não chega a descobrir o que é a humanidade.

Nos Açores a terra treme e eventualmente nasce das profundezas do Oceano, tempestades inesperadas irrompem do mar e do céu fustigando as casas, as colheitas, os barcos e os aviões. É nesta luta entre a dureza violenta (quase humorística) das condicionantes naturais e a persistência dos ilhéus que se estabelece a razão mais forte para visitar os Açores: a redescoberta da aventura que é a permanência humana sobre a terra perante a força e a beleza indomável da Natureza.

Esta aventura tecida pelos açorianos com proximidade e afecto, mas também por vezes com alguma dose de loucura e surrealidade, são o verdadeiro convite postal dos Açores. Não o é a Lagoa das Sete Cidades muitas vezes enevoada, a inacreditável Fajã de Santo Cristo que implica uma descida de seis quilómetros pela encosta escarpada ou a possibilidade (remota) de observar as baleias no seu habitat natural... Nos Açores a revelação serão as pessoas e o facto de sermos recebidos como ilhéus temporários ao invés de turistas.

O segredo é fluir ao sabor das idiossincrasias metrológicas das ilhas, da sua intensidade vulcânica, das histórias e do movimento dos seus habitantes. Só assim será possível vencer a frustração de uma visita adiada a uma fajã devido a uma tempestade anunciada, confortando-nos antes ao vê-la chegar lentamente num pequeno porto, acompanhados por cervejas, tremoços e pelas conversas de um grupo de pescadores. Só assim nos espantaremos com os anfitriões do alojamento local que nos recebem como se estivéssemos em casa, confessando que o que lhes custa mais é cobrar a estadia, pois apreciam a possibilidade do encontro e da companhia. Só assim não estranharemos que numa festa tradicional se ofereçam Sopas do Espírito Santo e vinho a todos os que quiserem festejar na ilha.

Só assim aceitaremos a necessidade dos açorianos em desafiar o perigo e a vida soltando os touros pelas ruas. Só assim é que perante as sinuosas e por vezes íngremes estradas facilmente arranjaremos boleia de um agricultor numa carrinha de caixa aberta descobrindo que muitos ilhéus emigram mas acabam sempre por voltar. Só assim é que em certas praias sentiremos que regressámos a uma infância perdida ao invés de ficarmos incomodados com o facto de não haver espaço para estender uma toalha. Só assim perdoaremos o facto de um jantar romântico poder ser interrompido por um açoriano alcoolizado falando em americano e cantando de forma desafinada todos os "hits" da Rádio Nostalgia, ao mesmo tempo que nos explica que teve uma banda de rock nos Estados Unidos e que se sente perdido ao regressar à ilha que o viu nascer. Só assim nos iremos rir com o humor irónico e cortante de um pai e um filho, donos do único café no limite de um trilho de caminhadas perante a chegada de turistas estafados, esfomeados e desidratados.

Poderia começar esta crónica anunciando que a «National Geographic Traveller» considerou o arquipélago como o lugar mais bonito do mundo ou chamando atenção para as promoções da RyanAir. Os Açores são donos de uma beleza que fere e nos deixa frequentemente numa overdose emocional, mas não é essa a razão pela qual os devemos visitar: devemos visitá-los para conhecer estes homens e mulheres que, como diz Sophia de Mello Breyner, "têm aprumo de proa", iluminando a nossa passagem pelo arquipélago com amizade e humor. Nunca seremos turistas nestas ilhas a não ser de nós próprios e isso por si só constitui uma viagem única.

De regresso a Lisboa e na procura cada vez mais difícil e incessante por alugar casa nesta cidade senti saudades dos Açores, dos seus lugares que foram momentaneamente meus. Talvez um dia regresse como aspirante a ilhéu definitivo.


Crónica de Sebastião Ferreira de Almeida, publicada no «P3».
Saudações florentinas!!

sábado, 24 de setembro de 2016

Serviço Diocesano vem acertar estratégia de intervenção das Ouvidorias ocidentais

Diretor diocesano reunirá com casais da pastoral familiar da Igreja nas ilhas do grupo Ocidental.

A pastoral familiar desenvolvida nas ilhas das Flores e do Corvo vai dar um novo passo na próxima semana com a designação dos casais de ligação nas paróquias e nas duas Ouvidorias, de forma a articular ações de intervenção concreta com o Serviço Diocesano.

O diretor do Serviço Diocesano da Pastoral Familiar desloca-se às ilhas do grupo Ocidental para concluir o processo de afirmação territorial desta pastoral, definindo em cada uma das ilhas os nomes dos responsáveis por cada sector: “Esta deslocação insere-se no acompanhamento que o Serviço Diocesano tem estado a fazer para reforçar a organização territorial da Pastoral Familiar, tendo sempre presente que cada realidade é uma realidade própria mas somos uma só Igreja diocesana e por isso temos de estar todos ligados e caminhar juntos”, disse o cónego José de Medeiros Constância.

O sacerdote, que já tinha visitado as restantes ilhas açorianas, desloca-se agora às Flores e ao Corvo entre os dias 28 de Setembro e 3 de Outubro, para em conjunto com a equipa sacerdotal das Flores e do Corvo acertar alguns pontos que “precisam ser afinados como acontece em todas as ilhas. São reuniões muito concretas e que visam comprometer as famílias na resolução dos seus problemas. Para isso precisamos de ter interlocutores”, esclarece o diretor do Serviço Diocesano a Pastoral Familiar.

Além da designação dos casais de ligação, o sacerdote José de Medeiros Constância fará ainda uma exposição sobre a exortação pós sinodal A Alegria do Amor, do papa Francisco.


Notícia: portal «Igreja Açores».
Saudações florentinas!!

sexta-feira, 23 de setembro de 2016

XIV Dia do Agricultor da ilha das Flores

A convite da Associação Agrícola da ilha das Flores, a Câmara Municipal de Lajes das Flores em parceria com o Serviço de Ambiente da ilha das Flores e o apoio do Serviço Florestal das Flores e do Corvo, estará presente amanhã no XIV Dia do Agricultor colaborando na vertente da sensibilização ambiental.

Compareça no Parque de Retém da Associação Agrícola e esclareça dúvidas junto da equipa do Município lajense. Participe nesta comemoração e venha em família até ao lugar da Várzea, na freguesia das Lajes. Haverá também atividades para os mais pequenos.


Notícia: "sítio" da Câmara Municipal de Lajes das Flores.
Saudações florentinas!!

quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Concelhos com planos de emergência

Os dezanove concelhos açorianos têm Planos de Emergência aprovados, indicou o Serviço Regional de Proteção Civil e Bombeiros dos Açores.

José Dias afirmou que “todos os concelhos dos Açores têm planos de emergência aprovados. Há uma obrigação de lei para que seja realizada a sua atualização. Neste momento, nos chamados Planos municipais de Emergência de terceira geração, estão a decorrer os processos de aprovação da Ribeira Grande, Santa Cruz da Graciosa e Calheta (na ilha de São Jorge)”.

O presidente do Serviço Regional de Proteção Civil e Bombeiros dos Açores assinalou contudo que existem “outros processos de atualização a decorrer que, a breve trecho, também serão aprovados”. O responsável disse ainda acreditar que o próximo ano “será fulcral” nesta matéria e que toda a Região terá Planos de Emergência atualizados e aprovados.

“Ter um Plano municipal de Emergência faz toda a diferença em caso de catástrofe”, afirmou José Dias, referindo que os Açores são uma região muito ativa do ponto de vista sísmico e vulcânico e vulnerável a fenómenos climatéricos adversos.

Destacando a “extrema importância” destes documentos, o presidente da Proteção Civil dos Açores apontou “a definição de competências nas áreas de atuação, a forma de articulação entre as diferentes entidades presentes em operações de Proteção Civil” que são “fundamentais numa real organização para uma resposta pronta e eficaz”.

“Em particular para a Região Autónoma dos Açores, com as suas características, as suas singularidades, os Planos municipais de Emergência de Proteção Civil são uma mais-valia na sua preparação, organização e realização de uma operação eficaz de resposta a acidentes graves ou catástrofes”, declarou José Dias.

O presidente do Serviço Regional de Proteção Civil e Bombeiros dos Açores realça que “um Plano municipal de Emergência tem de ser de fácil leitura, de fácil compreensão e de fácil operacionalização”.


Notícia: «Açoriano Oriental».
Saudações florentinas!!

quarta-feira, 21 de setembro de 2016

As pessoas a saírem das suas ilhas

Considerado por muitos um paraíso no Atlântico, para outros os Açores constituem um destino do adeus. Analisando as estimativas da população residente em cada uma das ilhas é possível verificar que muitos açorianos saíram das suas ilhas entre 2012 e 2015.

Desde logo, a estimativa do Serviço Regional de Estatística dos Açores indica que o número total da população residente no arquipélago diminuiu, passando de 247.549 para 245.766 pessoas, ou seja, são menos 1.783 pessoas. Ao observar tal registo levantam-se algumas questões, até porque coincide com o período de governação do atual Governo Regional. Como terá sido a evolução por ilha desde o início da presente legislatura (2012) até aos últimos dados existentes (2015)? Esta é uma das primeiras questões a colocar.

O panorama é deveras preocupante. Num período de três anos estima-se que São Jorge tenha perdido 370 pessoas, o Pico 260 pessoas e o Faial 189 pessoas. Na Graciosa igualmente verificou-se um decréscimo da população residente, desde 2012 até 2015 verifica-se uma diminuição de 71 pessoas. Os resultados são, pois, desoladores para as ilhas do Grupo Central sobretudo para o dito Triângulo.

Na ilha das Flores sucedeu o mesmo estimando-se, assim, menos 87 residentes.

Os resultados também não são nada animadores para as maiores ilhas do arquipélago. Curiosamente assistimos à diminuição da população residente em São Miguel, tendo perdido 338 pessoas e a Terceira 499 pessoas. Ora até nas ilhas onde supostamente existe maior desenvolvimento económico e social se verifica um decréscimo.

O cenário não é nada animador para o Governo Regional. As políticas do atual Governo Regional não estimularam o crescimento da população açoriana, sendo que o decréscimo na maioria das ilhas tem um efeito ainda mais pernicioso. Portanto, em sete ilhas verificou-se uma diminuição da população residente num período de três anos. É certo que não contempla o último ano de legislatura por não haver dados existentes. Mas leva-nos a crer que nem tudo está a ser feito para incentivar os açorianos a ficarem nas suas terras.

Como podemos ver nem tudo é um mar rosas. Este é um cenário que nos leva a questionar que políticas têm vindo a ser adotadas.

Os testemunhos de que nem tudo está bem nas várias ilhas ganham cada vez mais força. São inúmeros os açorianos que procuram alternativas fora das suas ilhas porque não existe trabalho nas suas terras. São inúmeras as pessoas que são quase que forçadas a sair das suas ilhas, sobretudo das mais pequenas, porque procuram um melhor Serviço Regional de Saúde quando confrontados com a ausência de especialidades médicas nas suas ilhas. São também tantos que procuram uma melhor educação fora, porque o sucesso escolar esfuma-se ano após ano na nossa Região.

Questiono-me onde está efetivamente a força da nossa Autonomia? Creio que está na mudança e nuns Açores para todos. Os açorianos merecem mais e melhor.


Opinião de Carmen Gaudêncio, publicada no «Açoriano Oriental».
Saudações florentinas!!

terça-feira, 20 de setembro de 2016

Lajes irá receber workshop de Dança Nia

Nos próximos dias 1 e 2 de Outubro vai realizar-se na Casa do Povo das Lajes o workshop de Dança Nia, uma iniciativa de Beatriz Teves Oliveira que pretende percorrer todas as ilhas dos Açores e que conta, na ilha das Flores, com o apoio do Município das Lajes.

O principal objetivo deste workshop é a divulgação da dança nia que combina dança e artes marciais e terapêuticas. Destina-se a jovens e adultos, pretendendo proporcionar um ambiente harmonioso e dinâmico que transforme a experiência do corpo e do movimento artístico.

As inscrições devem ser feitas de preferência até 28 de Setembro através do correio eletrónico acoresemdanca@gmail.com ou do contacto telefónico 926 141 759, indicando nome e idade.


Notícia: "sítio" da Câmara Municipal de Lajes das Flores.
Saudações florentinas!!